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Sergipano apresenta boa intenção de consumo para páscoa

 

A Pesquisa de Intenção de Consumo (PEIC) realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio), apontou números animadores para o público sergipano no período de celebração da páscoa, feriado que desta semana, apontando um aumento de vendas no comércio varejista.

De acordo com a pesquisa, feita com 1 mil pessoas na capital sergipana e nos municípios da Grande Aracaju, as famílias sergipanas pretendem fazer mais compras nesse período de páscoa, principalmente de chocolates e lembranças para familiares. Alguns consumidores estão com intenção de viajar e curtir o feriado em outros estados, e também participar de eventos de cunho religioso.

Dentre os pesquisados em questões de múltipla escolha, 70,8% afirmaram que vão fazer compras de ovos de páscoa, chocolates e lembrancinhas para seus parentes e amigos. 18,5% dos sergipanos pesquisados informaram que irão aproveitar o feriado com uma pequena viagem, 7,4% declararam a participação em eventos organizados pelas igrejas, como retiros espirituais e celebrações pastorais. Já 14,8% informaram não saber o que farão, ou não responderam.

A distribuição da intenção de consumo dos sergipanos que pretendem fazer algum tipo de compra ou gastar com viagens e eventos na páscoa foi liderada pelas viagens familiares. De acordo com a pesquisa, o valor que será gasto para viagens ficou na média de R$ 395,81, seguido pelas compras de chocolates, com R$ 143,59 e R$ 115,15 para os eventos religiosos.

O gasto médio estimado pelos consumidores sergipanos para o consumo de chocolates na páscoa é de R$ 165,16, considerando a média entre as famílias de renda de até dois salários mínimos comparados com as de renda superior. Os consumidores com renda até dois salários pretendem gastar no período pascoal, R$ 104,23 com compra de ovos, bombons e barras de chocolates. As famílias com faixa salarial na casa dos 10 salários mínimos pretendem gastar R$ 418,75 com os mesmos produtos. Ou seja, as famílias com maior renda pretendem gastar o quádruplo das famílias mais pobres.

Fonte: Fecomércio